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riscos_e_rabiscos

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E se Confundissem a sua Filha com a Maddie?

                           

 

Eu não vos disse que o ventinho frio me tinha posto doentinha? Ah pois é. Ontem doía-me a garganta e hoje acordei constipada. Não sei onde é que a sacana da constipação me apanhou… Quer dizer, quando andou aqui o pessoal todo doente, passou-me ao lado mas agora que não está ninguém doente resolveu vir-me bater à porta? Mau…!

 

Ontem fui tomar o meu (des)café da praxe e quando vinha a subir a rua até já estava a ver tudo aos quadradinhos. Super tonta da cabeça (quer dizer, estava mais tonta do que já sou habitualmente), a sentir-me muito estranha e sonolenta. Assim que cheguei a casa, tomei um comprimido e estendi-me na cama. Estava mais que podre. E sem motivo aparente!

 

Encontrei a irmã de uma das minhas amigas de infância. Trocamos umas breves palavras pois ela tinha o carro mal estacionado e de porta escancarada. Aproveitei para espreitar o seu rebento mais novo: a R.. Comentei com ela que a R. estava muito parecida com ela. Ela respondeu-me “pensei que ias dizer que ela estava parecida com a Maddie.”Aí eu tive um clique! Olhei para a R. com mais atenção. Entretanto a minha amiga diz-me: “Nem imaginas os problemas que tive em Espanha com ela. Tive a polícia atrás de mim e montes de pessoas fizeram denúncias porque pensavam que ela era a Maddie!

Observei atentamente a R. e realmente ela é igualzinha: loira, de olhos azuis, o mesmo tipo de feições e têm sensivelmente a mesma idade.

Como se distinguem? Para já são de pais diferentes. Depois a R. tem um cabelo liso mas diferente do da Maddie, não tem a mancha no olho e tem os dentes mais afastados do que a Maddie. Passavam por irmãs gémeas perfeitamente. É impressionante como são idênticas.

Acabei por não saber muitos mais pormenores desta história porque, entretanto, surgiu um carro que não conseguia passar e ela teve de arrancar. Posteriormente saberei mais pormenores e depois conto-vos.

 

Termino com uma pérola de uma menina do infantário lá do colégio: “S. a professora pediu muitos elásticos”, diz uma das meninas. A outra acrescenta “mas elásticos daqueles que esticam!!!”

Risota geral! :)

 

O Estranho Caso de Maddie…

 

O assunto voltou a ter novo destaque. Ainda não tinha dedicado nenhum post a este assunto mas hoje decidi fazê-lo e expor algumas inquietações…

 

Desde sempre o caso pareceu estranho. Começando pelo ponto de partida, quais são os pais que vão jantar com um grupo de amigos e deixa 3 crianças a dormir em casa sozinhas? Custa-me um bocadinho a encaixar esta ideia, tendo em conta que a criança mais velha tinha 3 anos. E se algum dos mais novos sufocasse? E se houvesse uma fuga de gás ou um incêndio?

Eu não tenho filhos mas esta ideia de deixar bebés sozinhos em casa, complica-me com os nervos. Posso estar muito errada mas é assim que penso. E não me venham cá com teorias que eles são ingleses e que têm maneiras de educar diferentes e blá, blá, blá…

 

Depois é a reacção dos pais. Cada ser humano reage de maneira diferente, como todos nós sabemos. Mas eu nunca vi os pais transtornados. Por mais auto-controlo e frieza que uma pessoa possa ter, nalgum momento do tempo a emoção vem ao de cimo e o verniz quebra-se. Não vi uma lágrima nem um nó na garganta destes pais sempre que falam da filha.

 

E a história das análises ao sangue feitas em Inglaterra cujo prazo foi sendo protelado? E a coincidência do pai ter ido a Inglaterra nessa altura para uma palestra (ou algo do género)? Aqui podemos especular e pensar que o pai, com a conivência do governo, poderá ter “influenciado” o prazo de entrega das famosas análises.

 

E as novas provas do caso? O sangue do peluche da menina e das calças da mãe. Ela justifica o sangue das suas calças como sendo de algum dos 6 cadáveres que esteve em contacto antes de vir para Portugal. É tudo muito estranho…

 

A campanha difamatória contra nós e a nossa polícia por parte dos ingleses também é digna de nota. Acredito que a nossa polícia é tão boa e competente como a de outro país qualquer…

 

Eu não acredito que algum dos pais tenha morto a menina. Embora já há muito que algumas pessoas me dizem que sim, que foram os pais.

Prefiro acreditar que a menina foi raptada. Dos males, o menor… talvez… Pelo menos se foi raptada, quero acreditar que está viva algures neste planeta. E se foi raptada que não tenha sido colocada nalguma rede de pedofilia.

 

A ver vamos o desfecho do caso. E esperemos que não seja nenhum caso “Joana II”. Tenho dito! :/